S.O.S para meus tímpanos!
O fato de estar há mais de um mês sem postar absolutamente uma letra, sequer, deve-se a um fato nada agradável: tomo café da manhã e termino o meu expediente ao som ensurdecedor (e enlouquecedor) de uma persistente britadeira. Isso mesmo, a malvada começa a britar por volta das 8h30 da manhã e, na maioria dos dias, só pára às 17 horas. Enquanto tento - com muita insistência - escrever esse desabafo, a maldita máquina está lá fora sem pausa num barulho infernal... Essa tortura já se estende há pouco mais de um mês e ninguém sabe até quando o suplício continuará. Tudo fica quase impossível: pensar, escrever, trabalhar. E falar ao telefone, um exercício de loucura: "hein?; como?; você pode repetir, por favor?; oi??!; fala mais alto!". Você deve estar se perguntando o que acontece. Explico: uma equipe de doutos operários, uns cinco ou seis (contando o mestre de obras); sim, existe um mestre de obras. Como eu ia dizendo, estes ilustres operários estão tentando consertar o mu...