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25 de Julho: Dia do Escritor

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  Por que escrevo? Para poder respirar Minhas células funcionarem Meu sangue circular Meu coração bater Minha alma sorrir Para que as palavras me deem vida E para dar vida às palavras

Já Passou!

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Sentiu o calor do sol e abriu os olhos. Afastou as cortinas. viu as pessoas passando pela rua calmamente; Já não estava mais só. Mudou de roupa, se olhou no espelho e viu um ser humano melhor de alma e coração; Ao mesmo tempo que se via, através de si conseguia enxergar a humanidade, que deixara para trás tudo o que não mais importa: aparências, posses, ambições desmedidas.   Afinal, agora se sabe o quanto a vida é frágil e o tempo escasso. Abre a porta, deixa entrar luz, ar, esperanças e sai... Céu, mares e rios renovados. A natureza se regenera e sobrevive sem nós, mas o contrário, não! Lá adiante, o abraço a espera, o sorriso a encontra.   Já não está mais só.  Sente a vida pulsar e convidá-la para uma nova dança; felicidade ressurge, assume novos contornos e cores. Suspira profundamente e pensa aliviada: “Finalmente passou!”.

Tire as máscaras, use máscara!

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Vivemos momentos difíceis em todo o Planeta, sem dúvida. De repente, iniciamos uma guerra silenciosa contra algo que não vemos e que mal conhecemos, mas que tem um poder devastador. Em meio a uma avalanche de incertezas das mais variadas ordens, sobretudo em um país no qual as questões sanitárias são preocupantes desde sempre, uma economia capenga e saúde pública relegada ao último plano, somadas à insanidade e ao desprezo absoluto pela vida que dominam o poder central no Brasil, é extremamente difícil em âmbito coletivo manter o equilíbrio e a esperança. Mas não vou me estender aqui nas questões exaustivas e mesmices políticas, não vou engrossar o coro que dá audiência para o mal... Rezo e espero que a justiça, o bom senso e o bem vençam. Quero falar de coisas que venho observando, no mínimo, curiosas e que são responsáveis pelo enfrentamento melhor, ou pior, desse período inédito que estamos passando. Leio avalanches de matérias, textos, posts, vídeos, comentários, ...

Versos

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Solte o verbo Os versos A palavra Dê sentido,  Sentimento,  Sensações...  Exponha  Se exponha  Exprima, explique Provoque  Atice Rebusque Seja concreto  Parnasiano Moderno Despretensioso Demasiado ou Diminuto  Acanhado  Amoroso e Até atrevido  Vale é fazer os Versos voarem Vibrarem, viverem Sempre, sem medo Só a palavra, a arte nos salva!

Construir, desconstruir, reconstruir...

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Crescemos ouvindo e sendo instruídos a respeito de muitos modelos e convenções aos quais devemos seguir e repetir. Nem sempre e nem todos se questionam quais ou quantos destes padrões verdadeiramente servem, fazem parte do que realmente se é e do que alimenta a alma. A maioria simplesmente aceita a sua sina e segue pela vida; algumas pessoas até se encontram dentro desses modelos pré-estabelecidos, mas uma grande parte passa seus dias envolta em um eterno desconforto o qual não é capaz de identificar a sua origem. Para tentar aplacar tal desconforto, afunda-se ainda mais nessas convenções ‘gritando ao mundo’, exteriorizando o seu estilo de vida baseado em meras aparências, por meio de ostentações fugazes, posts em redes sociais de viagens vazias, momentos de aparente felicidade familiar, o status de um trabalho bem sucedido... enfim, tudo aquilo que aos olhos dos outros seria uma vida perfeita. Porém, quando olhamos estas pessoas além desse muro de belas aparências vemos a ...

Menos letras, mas muitas impressões

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É verdade que há um tempão não escrevo nada, não alimento o meu blog que nesse mês completa 9 anos. O título dessa primeira crônica do ano é justamente uma espécie de mea culpa pelo longo período ausente. Digo que não foi por falta de vontade e muito menos de assunto, mas por estar 100% do meu tempo imersa num projeto gigantesco de vida que me tomou por inteira, literalmente de corpo, alma e coração. Felizmente, essa etapa foi cumprida e tudo deu certo graças a muito empenho, planejamento, perseverança, força de vontade e, sempre mais do que tudo, graças às bênçãos Divina! Claro que no meio de todo esse processo consegui realizar outro grande feito, algo que estava para nascer há 10 anos: meu primeiro livro de ficção,  Lagoa dos Justos e outros contos . Finalmente consegui por adiante essas histórias criadas entre os anos de 1999 e 2007 e que mereciam seguir seus caminhos; tenho consciência de que algumas delas hoje são para mim um pouco ingênuas, mas devo respeitá-las, po...

Tomo emprestado os versos de Benedetti!

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Eu sei que há algum tempo não escrevo, confesso que estou em uma fase de muitas coisas por vir e isso é muito bom, pois trata-se de boas (maravilhosas) novas! O outro lado da moeda é que não sobra tempo e mente para atualizar o blog... Por isso, empresto estes lindos verso do poeta uruguaio Mario Benedetti que li há pouco tempo em um site. Achei o poema belíssimo e muito pertinente para essa fase que estou vivendo. Sem mais delongas, vamos aos versos de Benedetti. Não te rendas Não te rendas, ainda estás a tempo de alcançar e começar de novo, aceitar as tuas sombras enterrar os teus medos, largar o lastro, retomar o voo. Não te rendas que a vida é isso, continuar a viagem, perseguir os teus sonhos, destravar os tempos, arrumar os escombros, e destapar o céu. Não te rendas, por favor, não cedas, ainda que o frio queime, ainda que o medo morda, ainda que o sol se esconda, e se cale o vento: ainda há fogo na tua alma ainda exist...